Não era só amor?

Disponibilidade: Brasil

numa conversa, sobre o desejo de ter ou não mais um filho,
ela ouviu: “outro filho por quê? você nem gosta de ser mãe”.
isso porque ela gostava de ser mãe
mas de muitas outras coisas
também.

R$52,00

_sobre este livro

Não há Google, pediatra influencer, luz sei lá de que cor, som sei lá de que tom, tetê ou sei lá que outro nome, que prepare uma mulher para a chegada de um bebê na vida ou de uma mãe no corpo de uma mulher.

Em tempos em que parece que todas as informações estão disponíveis, e então basta que a gente as consuma para poder tomar posse delas, a maternidade tem sido uma visita um tanto esquisita.

Que um bebê nasça é uma coisa, que uma mulher se torne mãe é outra coisa. Por mais óbvio ou simples que isso pareça ser, só quem viveu na pele (ou no que não tem pele) o que é a chegada de um bebê no mundo e o que é a chegada de uma mãe no corpo de uma mulher, sabe um tanto sobre as dores e delícias de viver isso no corpo.

Marina Martins, em seu livro de estreia (porque a gente já torce pelos próximos), divide de um modo generoso com a gente e honesto com ela, o espanto que é se pegar despreparada no corpo para algo que se acredita estar preparada no cérebro.

Neste livro, ela enobrece seu amor por sua filha, por sua maternidade, pela nova mulher que chega nela… não sem antes se deixar doer e se deixar ver por aquilo que dói, ao se despedir, aos poucos, da mãe idealizada, da mulher idealizada, das idealizações tão idealizadas, que tanto são vendidas e enaltecidas em nossos tempos.

Este é um livro necessário. É uma escrita necessária.

Porque é preciso trabalhar para ser mãe…por mais espantoso que isso seja

…mas é preciso parar de trabalhar para poder desfrutar do lugar de mãe, por mais contraintuitivo que isso pareça.

Obrigada, Marina, pelos cafunés nas tantas mães, por voar no chão, por estar aí e nos fazer estar aqui, por se exaurir democraticamente, por parar de se pedir de volta, por essa escrita tão Marina Martins!

O glossarinho de mãe que cada mulher-mãe carrega, se enriqueceu profundamente com sua contribuição visceral sobre as vicissitudes e ambivalências bonitas da maternidade!

Até breve!

 

Ana Suy. 

_outras informações

isbn: 978-65-6035-046-5
idioma: português
encadernação: brochura
formato: 13x16,5cm
páginas: 128 páginas
papel polén 90g
ano de edição: 2025
edição: 1ª

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