Destaque FLIP 2026 — “Há uma dimensão da cultura e da política que é selvagem. E que o coração de poeta repica e solta na escrita. Não sei se ameniza a fúria, se traz uma espécie de comissão da verdade. Mas não cala.” — entrevista com Fabiola Glashan.
série de entrevistas com autores/as destaques FLIP/BIENAL
Destaque FLIP 2026 — Julgar, diagnosticar, prescrever ou apontar soluções não é função da literatura de ficção, o que, de maneira nenhuma, quer dizer que ler um romance seja uma experiência inútil. Muito pelo contrário: estar altamente conectado a um personagem é viver com ele suas experiências, aprender com seus erros e vislumbrar saídas possíveis.” — entrevista com Analu Leite.
série de entrevistas com autores/as destaques FLIP/BIENAL
Destaque FLIP 2026 — “Questiono a sobrecarga historicamente atribuída às mulheres, a romantização do cuidado e as exigências cada vez maiores que recaem sobre as mães. Vivemos em uma cultura que vende a ilusão de que é possível dar conta de tudo quando, na verdade, existem processos que exigem tempo, apoio e renúncias.” — entrevista com Marina Martins.
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Destaque FLIP 2026 — “Há essa gradação possível muito ampla. Um limite do ser e do não ser; como o quase aponta para a realização (ou pelo menos na minha perspectiva apontaria mais para a realização), talvez também um esforço para ser.” — entrevista com Karl Frederick Rocha.“Enxergo o ser humano como alguém capaz de abraçar suas próprias contradições. Somos o que somos e também o que não somos; a negação do que não nos representa. Essa multiplicidade de sentidos compõe nossas fragilidades, nossas limitações, nossos desejos, nossas formas de lidar com o outro.” — entrevista com Hannah Ramos.“
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Destaque FLIP/BIENAL 2026 — “Há essa gradação possível muito ampla. Um limite do ser e do não ser; como o quase aponta para a realização (ou pelo menos na minha perspectiva apontaria mais para a realização), talvez também um esforço para ser.” — entrevista com Karl Frederick Rocha.“Ela risca as palavras escritas em português brasileiro para substituí-las por termos do português europeu. Mas à medida que rasura a linguagem, ela rasura também a própria identidade.” — entrevista com Fernanda Hamann.
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Destaque FLIP/BIENAL 2026 — “Há essa gradação possível muito ampla. Um limite do ser e do não ser; como o quase aponta para a realização (ou pelo menos na minha perspectiva apontaria mais para a realização), talvez também um esforço para ser.” — entrevista com Karl Frederick Rocha.
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Destaque FLIP 2026 “O poema pede autopercepção, de quem escreve e de quem lê. Só é possível alcançá-la, independentemente de quem seja, com calma, em passos lentos.” — entrevista com Juliane Nascimento
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CALENDÁRIO MENSAL (MENSALMENTE PUBLICAREMOS EM NOSSAS REDES A CHAMADA DO MÊS E TODAS AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS PARA PARTICIPAÇÃO)
6. JUNHO – Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo – em andamento 7. JULHO – Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Tocantins – aguardando início 8. AGOSTO – Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Roraima – aguardando início 9. SETEMBRO – Alagoas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Piauí e Sergipe – aguardando início 10. OUTUBRO – Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – aguardando início
FINALIZADAS (resultados no Instagram da editora) 1. JANEIRO – Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo – finalizada 2. FEVEREIRO – Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Tocantins – finalizada 3. MARÇO – Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Roraima – aguardando resultado 4. ABRIL – Alagoas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Piauí e Sergipe – aguardando resultado 5. MAIO – Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – aguardando resultado
“um arrepio, um sopro que nos aproxima daquilo que ainda não sabemos” — entrevista com Inês Falafogo
série de entrevistas com as/os poetas da editora Urutau em Portugal
FINALIZADAS (resultados no Instagram da editora) 1. JANEIRO – Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo – resultado no insta da editora (23/03/2025) 2. FEVEREIRO – Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Tocantins – resultado no insta da editora (03/05/2025) 3. MARÇO – Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Roraima – resultado no insta da editora (24/06/2025) 4. ABRIL – Alagoas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Piauí e Sergipe – resultado no insta da editora (30/07/2025) 5. MAIO – Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – resultado no insta da editora (15/08/2025) 6. JUNHO – Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo –resultado no insta da editora (08/09/2025) 7. JULHO – Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Tocantins – resultado no insta da editora (06/10/2025) 8. AGOSTO – Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Roraima – resultado no insta da editora (22/11/2025) 9. SETEMBRO – Alagoas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Piauí e Sergipe – aguardando resultado 10. OUTUBRO – Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – aguardando resultado
CHAMADA ABERTA PARA ORIGINAIS – PORTUGAL 2025
a editora Urutau convida autoras e autores residentes em Portugal (de todas as nacionalidades) a enviarem originais para publicação nos seguintes géneros literários:
Poesia, Ficção, Novela, Romance, Conto, Crónica e Dramaturgia
Prazo para envio: até 20 de setembro de 2025.
e-mail: original@editoraurutau.com
–––
Requisitos para submissão
1. Residir em Portugal
2. Mínimo de 40 páginas (formato A4, fonte 12 pt).
3. Enviar em arquivo Word ou PDF para: original@editoraurutau.com
4. Assunto do e-mail: “Chamada Portugal”.
Conteúdo obrigatório do original:
Título do livro;
Nome completo do(a) autor(a);
Sumário/índice;
Textos sequenciados
Para ficção (novela e romance) e dramaturgia: incluir sinopse no corpo do e-mail.
Informações adicionais (a incluir no corpo do e-mail)::
Já leu algum livro da Editora Urutau? Qual?
Principais influências literárias;
Últimos três livros lidos;
Redes sociais (opcional)
Cidade de residência em Portugal
A editora assume todos os custos (revisão, paginação, impressão) e autor(a) selecionado(a) recebe 10% da tiragem em livros + benefícios.
Publicação individual (não é antologia).
Dúvidas? Contacte: original@editoraurutau.com
Chamada Pública para Originais HECATOMBE – coleção “Ninguém é uma ilha”
Chamada Pública para Originais HECATOMBE – coleção “Ninguém é uma ilha”
Quem pode participar?
Autores e autoras lusófonos imigrantes*
Coletivos literários
*Exceção: para pessoas imigrantes e residentes em Portugal (terão uma chamada específica para residentes em julho/2025)
Temática: livre
Formatos aceitos
Livros autorais completos
Projetos coletivos
Especificações técnicas
Prazo: 25 de julho de 2025
Formato: Arquivo Word (.docx) ou pdf
Envio: original@editoraurutau.com
Assunto do e-mail: “Ninguém é uma ilha”
Dados obrigatórios
a) Dados pessoais:
Nome completo
Nacionalidade
Cidade e país de residência atual
b) Relação com a editora:
Quais livros/autores da Urutau você conhece?
Redes sociais (opcional)
Informações adicionais
Não se trata de antologia – cada obra será publicada individualmente
Serão priorizados textos que apresentem novas perspectivas sobre a diáspora contemporânea
Dúvidas? Escreva para original@editoraurutau.com com o assunto “Dúvida – chamada 2025”
Medium Urutau — Texto da apresentação do livro “O sol em Maio”, Isabel Milhanas Machado, por Brígida Paiva
“A poesia é também esse suster de respiração, é também o punho fechado que não vemos, prestes a atingir a pele tenra do nosso ventre”
CHAMADA ABERTA PARA PUBLICAÇÃO DA ANTOLOGIA “———— para tua terra: uma antologia antiracista/antifascista de poetas estrangeirxs em Portugal”
A Editora Urutau anuncia uma chamada pública aberta intitulada ‘PRA TUA TERRA’: uma antologia antiracista/antifascista de poetas estrangeirxs em Portugal. O objetivo é congregar em uma obra manuscritos do gênero poesia produzidos por autores-escritores estrangeiros residentes em Portugal, com foco na abordagem de temas sobre racismo e xenofobia.
O tema está entre os mais fortes em todo o mundo. Nos Estados Unidos, o movimento #BlackLivesMatter ganha força de resistência contra ações policiais que escancaram o racismo estrutural no seio do sistema. Em Portugal, de acordo com o último European Social Survey (ESS) de 2018/2019, um dos mais respeitados inquéritos europeus, não deixa dúvidas: 62% dos portugueses manifestam racismo, herança do passado colonial que é exaltado quando deveria ser rechaçado.
Este índice é facilmente sentido nas ruas, e um incômodo constante aos que vivem e trabalham em terras portuguesas. Por isto, a importância de utilizar a literatura como uma voz das coisas que precisam ser ditas.
“Esta expressão dolorosa ‘volta pra tua terra’ soa aos ouvidos como um eco amargo. Enquanto isto, nos perguntamos, a que terra devemos voltar¿ Em que terra deveríamos estar que não aquela que elegemos¿ A quem pertencem estas terras todas¿ Os que nos mandam voltar a nossa terra seriam os mesmos que um dia ocuparam-nas violentamente¿”, explica o editor Wladimir Vaz sobre a escolha do título da antologia.
Aos que desejarem enviar as candidaturas, terão até o dia 15 de dezembro de 2020. Cada autor poderá enviar um poema que passará pela curadoria do próprio Wladimir Vaz, da editora Urutau, e da poeta Manuella Bezerra de Melo. Será necessário, para além do poema (que não necessita de ser inédito), que o autor envie uma minibiografia com, no máximo, três linhas, e indique em qual cidade vive actualmente. Serão aceites textos nas línguas nativas dos autores, desde que enviados com a devida tradução em língua portuguesa autorizada pelo participante. O material deverá ser enviado para antologiaportugal@gmail.com e os selecionados receberão um exemplar como contrapartida da participação
Entrevista #99 “eu sempre escrevi na presença de um eu imaginário” entrevista com Lena Yunis
A 99ª dunha serie de entrevistas co/as poetas da editora Urutau.
Entrevista #93 “Muitas vezes penso na poesia como um brinquedo, um objeto lúdico cheio de dobras, vãos, espaços ocultos e espaços abertos” — entrevista com Eliza Caetano
A 93ª dunha serie de entrevistas co/as poetas da editora Urutau.
Entrevista #78 “O mesmo corpo que se sente tocado pelos acontecimentos, seja nas suas feridas, seja nos seus pontos de força, é o corpo que escreve” — entrevista com Eduarda Vaz
A 78ª dunha serie de entrevistas co/as poetas da editora Urutau.
Entrevista #68 “A través da poesía podemos petar na conciencia das persoas e facer unha viaxe de duración indefinida polas súas mentes” — entrevista con Diego Bará Louro
A 68ª dunha serie de entrevistas co/as poetas da editora Urutau.
Entrevista #61 “a poesía foi unha forma de situarme no mundo e unha actitude fronte ao tempo e o lugar que me tocou vivir” — entrevista con Alberte Momán Noval
A 61ª dunha serie de entrevistas co/as poetas da editora Urutau.
Entrevista #59“Un poeta, un escritor, escribe porque non atopa outro xeito de entender, de «procesar» a realidade” — entrevista com Andrés C. M. Riveira
A 59ª dunha serie de entrevistas co/as poetas da editora Urutau.
Entrevista #58 “Canção é a palavra retornada ao corpo, entre os dentes, retornada mágica, lambuzada de saliva, ou áspera num grito” — entrevista com Lea Taragona (Dibuk)
A 58ª dunha serie de entrevistas co/as poetas da editora Urutau.
Entrevista #53 “Existe uma poderosa tradição poética em «pretoguês» que desbunda ou transborda os quadros coloniais” — entrevista com Thiago A.P. Hoshino
A 53ª dunha serie de entrevistas co/as poetas da editora Urutau.
Entrevista #41 “O meu lugar-mundo é permeável e sensível aos sonhos e às tragédias de todos os mundos — os meus e os dos outros” — entrevista com Adília César
A 41ª dunha serie de entrevistas co/as poetas da editora Urutau.
Entrevista #30 “Me parece mais interessante pensar na poesia não como uma forma de ver o mundo, mas enquanto uma maneira de questioná-lo” — entrevista com Júlia Zuza
A 30ª dunha serie de entrevistas co/as poetas da editora Urutau.
Entrevista #1 “De Paraíso lembro que volvín e era xa o futuro” — entrevista con Silvia Penas Estévez
A primeira dunha serie de entrevistas co/as poetas da editora Urutau.
(entrevista)
E-BOOKS DA URUTAU PARA LER NA QUARENTENA
Nesse momento aproveite para ler poesia!
Basta clicar na aba superior “e-books para quarentena”e indicar o livro que deseja, como contrapartida, doe qualquer valor para nos ajudar a passar por essa crise!
Voe! Evoé!
CONVOCATORIA ABERTA PARA A PUBLICACIÓN DE LIBROS NA GALIZA (POESÍA & TEATRO)
CONVOCATORIA ABERTA PARA A PUBLICACIÓN DE LIBROS NA GALIZA
(POESÍA & TEATRO)
A Editora Urutau receberá orixinais inéditos de POESÍA & TEATRO ata o
día 10/02/2020.
Para participar precisas ser residente en Galiza e escreber en galego
ou/e portugués.
A publicación será de libro individual, e non de antoloxía.
Todos os custos correrán a cargo da editorial (desde a revisión ata a
impresión).
As persoas seleccionadas recibirán o 10% da tiraxe en libros.
Os libros serán presentados na Galiza.
O orixinal debe ser enviado en word ao email: original@editoraurutau.com
O documento debe incluir o título do libro, o nome dx autorx e
os textos en orde.
Ademáis, pedimos que se respondan as seguintes preguntas no corpo do
email:
1. En que cidade vives?
2. Cales son as túas principais influencias na poesía ou teatro?
3. Xa leches algún libro da editora Urutau? Cal?
voe! Evoeh!
Próximos lançamentos
Dia 24/04, a partir das 18h30, em São Paulo, na Casa das Rosas: