Calandra

Disponibilidade: Brasil

Do dedo que desenha o poema a guache à praga endereçada à repórter do telejornal no flash, passando por um
fax-pedido-de-entrevista-a-Raduan e pelo fim do fim do mundo que é cobra que come a própria cauda em algum muro de alguma grande cidade, neste livro que lança Pedro Biondi como poeta o eu-lírico se veste ora idílico, ora onírico, ora metalinguístico, ora rítmico e ora político. Despir o poema?
Leia e confira se é possível.

R$52,00

_sobre este livro

A papelada urgente
Confunde o dia que nasce
Queima a mão dos incautos pedestres
E inunda os automóveis

E a gente, num brado de máquina,
Não cessa de passar pra frente
Divulgar nossa nação-porão
Enquanto a poesia dorme

_outras informações

isbn: 978-85-7105-511-7
idioma: português
encadernação: brochura
formato: 13x16,5cm
páginas: 60 páginas
papel pólen 90g
ano de edição: 2026
edição: 1ª

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