Do dedo que desenha o poema a guache à praga endereçada à repórter do telejornal no flash, passando por um
fax-pedido-de-entrevista-a-Raduan e pelo fim do fim do mundo que é cobra que come a própria cauda em algum muro de alguma grande cidade, neste livro que lança Pedro Biondi como poeta o eu-lírico se veste ora idílico, ora onírico, ora metalinguístico, ora rítmico e ora político. Despir o poema?
Leia e confira se é possível.