DEUS-ME-LIVRE é uma novela cuja narrativa inclui o leitor de modo objetivo direto, enquanto o narrador se mistura no discurso das personagens mágicas e míticas, buscando a sua subjetividade.
No fio condutor, o “eu” de uma personagem sem nome próprio.
Um eu algorítmico em um bar de esquina encontra seus parceiros fantásticos – culpados e inocentes – para buscar respostas em uma cidade desconhecida.
Misturando os estilos do realismo fantástico e o mágico, a novela se oferece aos leitores para imaginarem seus próprios caminhos até a cidade de DEUS-ME-LIVRE.