Ela, a menina que agora fugia do Orfanato com uma das freiras, não se lembrou de tudo isso, só da parte: é preciso confiar. Fechou os olhos de novo e pulou. (…) As meninas que assistiam tudo da janela comemoraram.
(…) Do lado de fora, Érica caía, amparando a queda da menina.
— Que menina mais corajosa!
Pequena sorriu, ainda assustada, ainda sem saber como e por que tinha tido tanta coragem. Ao longo do tempo, ela descobrirá que é isso o que a vida quer mesmo da gente.