Alexandra Lopes da Cunha


é de Brasília, df, mas viveu a maior parte da sua vida em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, no Brasil, antes de se transferir para Braga, em Portugal. É autora de Amor e outros desastres (2013), finalista do Prêmio AGES (Associação Gaúcha de Escritores do Rio Grande do Sul, Brasil) na categoria Narrativa Curta em 2014, de Vermelho-Goiaba (2014), com o qual foi laureada com o Prêmio IEL 60 anos (Instituto Estadual do Livro do Rio Grande do Sul) na categoria Narrativa Curta — Autor Estreante, em 2014, de Bífida e outros poemas (2016), Demorei a gostar da Elis (2017), com o qual foi finalista do Prêmio SESC em 2016 e finalista do Prêmio Açorianos em 2017 na categoria Narrativa Longa; e de El Alacrán (2018), contos em espanhol, de Transitórios, publicado em 2022 pela Editora Urutau, com o qual foi semifinalista do Prêmio Jabuti em 2023. É autora, ainda, de Só é possível ser feliz em uma cidade estrangeira, em 2024, pela Editora Urutau, e de A arqueologia das gavetas (Editora Zouk, 2024), além de ter trabalhos publicados em antologias e revistas nacionais e internacionais. É doutora em Letras – Escrita Criativa – pela puc-rs (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul).

fotografia: Ozias Filho