Karl Frederick Rocha
escreve desde seus infantotempos, sobretudo desde que caiu de amores pelo verbo defenestrar.
Graduado em Letras, atua como revisor de textos. Participa das coletâneas literárias Amores de outono (Arkanus Editorial), com o conto “Grato”; O dicionário do profundo (Ao Vento Editorial), com os verbetes “Ressentimento” e “Sombra”; e Fronteira do infinito (Editora Palavra Ferida), com o conto “O que vem depois do nonidecilhão?”. Obteve o primeiro lugar no Concurso de Contos Ulysses Serra 2025, da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, asl, com o conto “Jornada”. Despido da guisa de seriedade, é afeto a toda sorte de palhaçada.