Marta é um encontro de solidões. Seus poemas exploram o reconhecimento do outro durante a travessia do ser. A força de deslocamento do corpo impera, questiona, vulnerabiliza.
“Marta é um convite a uma leitura atenta, porém fluida; poética tanto quanto crua.
[…]. Como o Urutau, a Mãe-da-Lua, fala no triste canto noturno, a poesia de Gabriel Vera fala como estribilho desnudo das relações humanas — inclusive consigo mesmo.”
Felipe Soares