Alexandre Max
é dramaturgo e roteirista/guionista. Sua identidade queer, articulada a uma perspectiva interseccional e decolonial, sustenta uma obra que investiga poder, memória e espiritualidade a partir das diversidades, da sexualidade e das dinâmicas sociais e políticas, tensionando passado e presente. Cofundador da Dona Cena Investigação Artística, atua entre o Brasil e Portugal.
Formado em Filosofia, especializou-se em roteiro/guião e dramaturgia no Brasil e em Portugal. No cinema, protagonizou, dirigiu e roteirizou Artigo 240, vencedor de Melhor Filme LGBTQI no Power24 International Film Festival (África do Sul, 2025). Roteirizou e atuou como pesquisador no documentário Ògún, o ferreiro do mundo (2022), selecionado em festivais internacionais na África, Europa, Ásia e América Latina, finalista e premiado com menção honrosa. Na ficção, escreveu Pará azul, finalista com menção honrosa no New Renaissance Film Festival (Holanda, 2019).
No teatro, assinou O transumano, Amor demais (com publicação em livro), O selvagem e Janta-me, com projetos premiados em editais públicos.