Moram letras que não dormem
Sonhos de palavras
Que formam sindicatos
Os picos dos cactos
O aguçar da saliva em actos
A ponta da roca
O canino na broca
O veneno da serpente
A aspereza da pele de elefante
A certeza de todas as coisas
que o sol não queima
A poesia teima
em
sobreviver
no vértice mais afiado da lança
(Por baixo da minha língua, página 17)
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