Leo Pessoa


escreve como cozinha: misturando ingredientes, respeitando o tempo e deixando-se aprender na alquimia do preparo. Andante, é atento às ruas, aos amigos, à família e ao fogão. Entende a cozinha e a escrita como territórios de ardência e pertencimento, onde memória e conflito se encontram no mesmo prato. Na página ou no meio da feira, lê a cidade e traça as linhas de uma crônica a partir do convívio e da escuta. Para ele, comer é um ato de leitura do mundo e escrever é um gesto de devorá-lo. Molho lambão é sua estreia nas publicações de crônicas.