Marcio Melo
é baiano de Conceição do Almeida, engenheiro de software por profissão e escritor por teimosia. Anda na cocó atrás de histórias que brotam quando o cotidiano desafia, ou a procrastinação permite. É um dos autores da coletânea Ridendo castigat mores (Terra Redonda, 2025), no qual o riso é antídoto. Já caiu de um carro em movimento, fissurou o crânio numa aposta besta e torce por um time que nunca vence. Escreve na espinha mole com uma lambuzada de dendê e uns três minutos de atraso — o suficiente para dar tempo de rir “antes que isso aqui vire uma tragédia”.