Stephanie Boaventura


é um exemplar fêmea da espécie humana, encontrada com maior frequência no Cerrado. Descrita pela primeira vez em 1987, é um animal tímido, de porte pequeno, com faro apurado e comportamento noturno. Mamífero gregário, evita conflitos, mas pode atacar para proteger sua prole. Desde filhote, comunica-se melhor pela escrita, por imagens, gestos e toques, e tem como principal característica anatômica uma veia musical. Mãe, artista e pesquisadora, é bacharela em Artes Visuais, mestre (com bolsa CNPq) e doutoranda (com bolsa Fapemig) em Comunicação Social pela UFMG.