Jonathan Cabral
nascido em Fortaleza (CE) em 2004, faz da literatura uma produção desejante, uma sinfonia harmônica de elegância
e violência. Seu horror de vanguarda explora a beleza da escatologia queer na sua relação com a brutalidade do fascismo. Influenciado por autores como Clive Barker, Hilda Hilst, Yukio Mishima e Clarice Lispector, sua escrita pega o fluxo de consciência e o mistura a uma pulsante verve teatral, ao mesmo tempo que se inspira na experimentação da música industrial.