Coletivo Nídaba


Andréa Berriell é professora no curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal do Paraná. Pinta e escreve desde criança. Ecofeminista e agricultora urbana em formação. Pratica meditação transcendental. É autora do romance Mulheres que plantam a Lua (Arte Editora, 2018), contemplado no 1º Edital de Fomento à Cultura do Estado do Paraná. Foi finalista no Prêmio Off Flip 2021 de contos com “A descida”. Os contos “O bedel” (2022), “A estrela” (2022) e “Mais grimpa” (2022) integram coleções organizadas pelo Clube de Leitura Escuro Medo, formado por autoras e autores nacionais. O conto “Carpete cor de vinho” (2022) integra a Coleção Gótico Natalino organizada pelo Coletivo Nídaba. Roxo (O Grifo, 2022) é seu primeiro romance policial e de mistério. Foi finalista do Prêmio Odisseia da Literatura Fantástica em 2024 na categoria conto inédito.

Bruna Corrêa mora em São Paulo, é escritora, publicitária e, nas horas vagas, cantora. Aos treze anos, escreveu sua primeira fanfic de banda. Participou de diversas antologias, foi semifinalista do Prêmio ABERST com o conto “O segredo de mamãe” e, no ano seguinte, recebeu o Selo Destaque do mesmo prêmio com o conto “Nós”. É autora do romance de suspense As mariposas da morte. Sua escrita é influenciada por música, livros, videogames e nas vivências de mulheres ao seu redor.

Céu Passos é colagista e escritora de Belém do Pará, formada em Turismo (ufpa) e pós-graduada em Gastronomia (Hotec). Sua produção literária e visual reflete tanto o que a comove quanto o que a incomoda no mundo. Seus textos e colagens foram publicados em revistas digitais como Vinca Literária, Contos de Samsara, Cassandra, Alinhavos, Mormaço e Paranhana Literário, além de antologias da Cartola Editora e Lura Editorial. Idealizadora e coordenadora do Plurais Literatura, também integra os coletivos Nídaba, Escambanautas, Escreviventes, Leitura do Feminino e Alcathea.

Irka Barrios é mestre (PUC-RS) e doutoranda em Escrita Criativa (ufrgs). Autora de Vespeiro (DarkSide Books, 2023), Lauren (Caos & Letras, 2019) e Júpiter Marte Saturno (Uboro Lopes, 2022). Recebeu os prêmios Brasil em Prosa (Amazon, 2015), Odisseia da Literatura Fantástica (2022), AGES – Narrativa Curta e Livro do ano (2023), AGES – Narrativa Curta e Livro do Ano (2024), Jacarandá (2024) e Academia Rio-Grandense de Letras (2024). Foi indicada aos prêmios Jabuti em 2020, Academia Rio-grandense de Letras em 2023 e ABERST em 2024. Integra o coletivo Mulherio das Letras rs e é mediadora do Clube de Leitura Escuromeders.

Juliane Vicente é filha de Oyá e neta de Luiza. Africanista, multiartista, cientista afrofuturista, slammer. Bailarina no Nossas Origens, no Grupo Andanças, na Cia La Negra e na Cia Afro-Sul Ọdọmodê. Produtora cultural de Afro21-Futurismos e Pampa Bizarro. Doutora em comunicação social. Faz parte do Ylê de Oxum e Ossanha — Quilombo Família de Ouro. Atua como ministrante de oficinas de escrita criativa, possui contos e artigos publicados em selos editoriais nacionais e internacionais, e seu primeiro romance, Sentinela, foi ganhador do Prêmio Malê (2023). Venceu o Prêmio Palmares de Arte (2024), Prêmio Argos de Literatura (2024), vii Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica (2021), Prêmio Microconto de Ouro (2021). Recebeu o Prêmio Multilinguagens (2023) pela Lei Paulo Gustavo; o Prêmio Trajetórias pmll 2021 e a Premiação Trajetórias Culturais Mestra Sirley Amaro (2021).

Larissa Brasil é escritora de suspense e mora em Goiânia com seu marido e suas poodles no meio de muitas plantas. É ganhadora do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica (2023), com seu suspense policial Irebu. Foi também premiada em 2020 (A garota da casa da colina) e em 2021 (Tr3s) por suas histórias de suspense no Prêmio ABERST de Literatura. Seu sexto livro, Uma Oração para ninguém, recebeu vários prêmios, entre eles: menção honrosa no International Latino Book Award 2024 e melhor projeto gráfico no Prêmio ABERST de Literatura 2024. Fã da coleção Vaga-Lume, lançou seu primeiro suspense juvenil, Mau Noronha e a onça cabocla. É também dela o livro independente de contos Onde o vento faz a curva.

Larissa Prado é natural de Goiânia, cresceu fascinada por histórias de horror e mistério. Escreve ficção especulativa há mais de dez anos. Publicou nove livros entre coletâneas de contos, romance, noveletas, além de participar de antologias e projetos literários. É coeditora da Mão Esquerda. Em 2019 e 2021, foi premiada pela ABERST (Associação Brasileira de Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror). Sua escrita tem forte protagonismo feminino e explora o absurdo da existência humana.

Úrsula Antunes é carioca insulana, profissional do texto na área editorial, ficcionista e poeta. É gótica e pesquisa, de forma independente, literatura gótica e de horror; também se interessa e trabalha com literatura de resgate e literatura latino-americana escrita por mulheres. É autora da coletânea de contos Desilusão de ótica – contos e aparições (Urutau, 2024) e do livro de poesia Para tudo que morre e nasce, o interlúdio é o presente infinito (Mondru, 2024). Tem contos e poemas em diversas antologias coletivas. Em 2021 recebeu o prêmio da categoria especial Grand ABERST pelo conto “Só o fogo purifica”. Em 2022 foi finalista do mesmo prêmio na categoria Narrativa Curta de Suspense pelo conto “Cinzas”.

 Verena Cavalcante é escritora, tradutora e revisora de textos. Nasceu em São Paulo, mas foi criada no interior do estado, entre a Mata Atlântica e o Cerrado, colecionando livros, invertebrados e fantasmas. Considerada uma das expoentes do chamado “gótico tropical”, escreveu os livros de contos Larva (Oito e Meio), O berro do bode (Penalux) e Inventário de predadores domésticos (Darkside Books). Em 2024, foi publicada em duas antologias de língua espanhola: Dantescas: Mujeres que descendieron a los infiernos (Fera), organizada por María Fernanda Ampuero, e Cabezas en la ventana (Elefanta), junto a grandes nomes da literatura latino-americana. Seu primeiro romance, Como nascem os fantasmas, está no prelo pela Editora Suma.

 Victória Haydée é sul-mato-grossense e antropóloga por formação. Fã de horror em todas as suas expressões, do cinema aos pesadelos mais intensos. Encantada pelo som nostálgico do new wave, do love metal oitentista, e dos vampiros, sua criatura favorita, navega entre décadas e conceitos. Seu lema é: viver é aterrorizante — e irresistível. Escreve sobre música na newsletter Resenhas que Ninguém Pediu, sobre filmes na Querido Clássico e contos de horror por aí.

Yasmin Callado é uma autora paraense de narrativas insólitas que variam do horror ao romance e costumam contrastar a beleza do oculto com a crueldade humana. Seu conto “O último adeus de Sarah” foi vencedor do vii Prêmio ABERST Stella Carr — Narrativa curta de suspense (2024). Em 2024, publicou seu primeiro romance, A quarta pessoa.