Dilson Branco
nasceu na praia infinita do extremo Sul do Brasil. Escreveu, nesta ordem: códigos para máquinas, capítulos de almanaque, verbetes enciclopédicos, reportagens estruturadas, discurso demissional. Até que as lembranças da areia ao vento rasgando os olhos desvelaram a beleza do que não se deve explicar, do que não é preciso entender. Um dia vai galopar a pelo sobre o espelho de água salgada que não promete destino algum.