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	<title>Infantojuvenil &#8211; Editora Urutau</title>
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		<title>Um aparelho para ouvir fita cassete</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:16:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">LADO A:
Uma fita cassete. Uma gincana escolar. Uma mensagem misteriosa que precisa ser ouvida antes que o sinal toque. O relógio está correndo contra a Equipe Capivara, que precisa encontrar um aparelho para ouvir fita cassete.</p>
<p style="text-align: justify;">
LADO B:
Entre sebos empoeirados, mercados de pulgas e metaleiros, os jovens descobrem um mundo que funciona em outra velocidade. A busca se transforma em algo muito maior, enquanto a cidade revela objetos, lugares e memórias que o tempo não conseguiu apagar.</p>
<p style="text-align: justify;">
Aperte o PLAY.
Uma história ágil e bem-humorada sobre a urgência de crescer, em uma aventura urbana sobre memória, exclusão e os ruídos de uma geração que ainda está tentando encontrar a própria voz.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com poucas horas para ouvir uma mensagem gravada em uma fita cassete (ou K7), um grupo de jovens cruza a cidade em uma corrida improvável contra o tempo. A urgência os leva por sebos empoeirados, bibliotecas silenciosas, mercados de pulgas e outros lugares onde o mundo parece funcionar em outra velocidade — e o passado ainda insiste em ficar.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre deslocamentos, desencontros e decisões tomadas no limite, a cidade deixa de ser apenas cenário e passa a agir: cada rua, cada loja antiga, cada objeto esquecido carrega histórias, memórias e marcas de outras épocas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com humor afiado e ritmo urgente, o livro acompanha esse movimento, repleto de obstáculos e tropeços. Porque nem tudo se resolve em linha reta — às vezes é preciso pausar e/ou rebobinar.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Um aparelho para ouvir fita cassete</em> é uma história sobre crescer e descobrir que o passado, longe de estar parado, ainda anima o espaço por onde se passa.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
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		<title>Cabeça de lobo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 21:09:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A maior abraçou a menor e se conversaram pelos seus palpitares. A mãe parecia enfeitiçada de lobo. Saída do quarto, cravou olhos na porta da casa. Os uivos entravam delgados e escorregadios pela fechadura. Não adiantou nada quando a menor gritou, a mãe estava alta demais para ouvir. A mãe segurou forte a maçaneta.</p>
&#160;

<span style="color: #ff0000;">A pré-venda vai até 26/07/2026. Os exemplares serão encaminhados após essa data. </span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em <em>Cabeça de lobo</em>, a linguagem de fábula tece uma história inquietante sobre silêncio, medo e heranças de violência. Desta vez, porém, o perigo não espreita na floresta: atravessa portas abertas, infiltra-se pelos afetos e cresce dentro das paredes.</p>
<p style="text-align: justify;">No centro da história estão duas irmãs pequenas vivendo numa casa tão grande que parece capaz de engolir. Para enfrentar o medo, aprendem a escutar os barulhos do coração uma da outra e a conversar à distância através deles. Com uma linguagem sensorial que pulsa como pensamento infantil, o conto acompanha o nascimento desse diálogo invisível, no qual uma encontra refúgio em pertencer à outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um lobo começa a rondar a casa, seus uivos encontram frestas, atravessam paredes e se espalham pelos cômodos. Entre o barulho que invade e o silêncio aprendido, as meninas inventam dentro de si um mundo secreto — para proteger aquilo que ainda lhes pertence.</p>
<p style="text-align: justify;">Perturbador e delicado na mesma medida, o conto desloca o imaginário das fábulas para o terreno da crítica contemporânea. A narrativa constrói uma poderosa alegoria sobre o silenciamento e as estruturas que naturalizam a violência e o abuso: empurrando meninas a se tornarem guardiãs ferozes de si mesmas.</p>
<p style="text-align: justify;">A perda da inocência não celebra a fera. Mais que uma história sobre monstros, <em>Cabeça de lobo</em> mostra o poder do vínculo entre as crianças, a coragem inesperada de imaginar outros mundos e a ressignificação do lar:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ainda somos de nós duas</em>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Folha e o rio de vento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 20:57:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um menino que sente o vento das histórias.
Um sopro que abre caminhos invisíveis.
Um rio que guarda memórias de todos os seres.
Quando Folha percebe que seus sentidos o levam além do comum, inicia uma jornada que mistura cheiros, cores e encantamentos.
Entre amizades, descobertas e mistérios, ele aprende que há rios que correm dentro da gente — e que basta escutar o vento para atravessá-los.
Folha e o rio de vento é um convite ao encantamento.
Um livro para quem sabe — ou deseja recordar — que o mundo ainda pulsa magia.

Paulo Fernandes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Folha vê o mundo através de cores, sopros e pequenos milagres cotidianos.<br />
Entre o mercadinho da família, os vasos da avó, a música do terraço e os cheiros que despertam memórias, o menino aprende a traduzir o que sente no papel — e a descobrir que sua sensibilidade é ponte para territórios encantados.<br />
Neste romance, o real e o mágico se tocam como vento em água.<br />
Um livro sobre crescer, pressentir e deixar que o mundo brilhe por dentro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Paulo Fernandes</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Celeste, a pulga comedora de sonhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 21:10:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Epa! Epa! Por que esse nariz torcido? Entendo que não goste de pulgas, eu também não sou fã, mas Celeste é diferente. Ela uma pulga que se alimenta de sonhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não acredita? Atente, então, para a história que vou lhe contar…</p>
<p style="text-align: justify;">Conheci Celeste há algum tempo, em uma noite em que o sono custou a chegar. Estava chateado com meus pais. Para falar a verdade, briguei por conta do videogame. Estava cansado da história de sempre: “Flavinho, sai da frente da tela; primeiro a obrigação, depois a diversão. Seu boletim não está nada bom…”.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo por conta de um cinco na prova de Ciências. O que o videogame tinha a ver com a nota? Nada, nadinha! Duro era fazê-los acreditar.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">— Entendo… Você tem razão. Há muito, muito tempo, os animais resolveram se comunicar de uma forma que os humanos não os entendessem. — Você quer dizer que, se o Leão quiser falar comigo feito gente, ele pode? O bichinho abanou a antena como se negasse o fato e explicou: — Faz tanto tempo que os animais não falam a língua dos homens que a maioria já se esqueceu de como se faz.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Uma fábrica no polo norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 20:50:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Niam sempre sonhou em trabalhar na fábrica do Papai Noel, mas viu esse sonho, pouco a pouco, se tornar um pesadelo. Quando Chefe Noel, o atual bambambã da empresa, tenta impor trabalho no fim de semana antes do Natal, os duendes decidem montar um sindicato e provar à chefia que sem duendes não existe fábrica. Porém o caminho não será nada fácil. Além dos sorrisos azedos do patrão e a apatia de certos colegas, Niam terá de enfrentar nevascas de ventos uivantes, renas voadoras desgovernadas e, principalmente, os próprios medos e inseguranças para ajudar a garantir seus direitos.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>E se os duendes da fábrica do Papai Noel entrassem em greve?</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, essa é exatamente a premissa desta novela de fantasia cheia de aventura, política e, inusitadamente, aconchego.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui estamos interessados não em explorar as ramificações da organização sindical dos duendes para o Natal em si, mas no que essa organização significa para eles. Para os trabalhadores que constroem os brinquedos que trazem alegria para o mundo inteiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Entramos em um Polo Norte fantástico, habitado por duendes, nativos dessa região, e por noéis, que chegaram ao Polo Norte anos antes em expedição liderada por Papai e Mamãe Noel e fundaram a famigerada fábrica. Um pulsante e resfolegante monstro mecânico bem em cima do gelo ártico. Com condições de trabalho desfavoráveis e uma chefia nada amigável, os duendes decidem formar um sindicato e lutar por seus direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecemos Niam, uma supervisora de produção obstinada e sonhadora que busca respostas que possam acalmar seus medos sobre os rumos da fábrica; Tuk, irmão de Niam, um foguista que com as mãos calejadas tenta se agarrar às poucas esperanças que ainda tem; Linck, um assistente de supervisão rabugento que sabe sempre qual a hora certa de apoiar ou questionar seus colegas; Chefe Noel, o patrão mais azedo, mofado e rançoso que se possa imaginar e muitos outros personagens que circulam por entre trenós, brinquedos, renas voadoras e muita, mas muita, luta política.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Chega de era uma vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 21:35:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já se perguntou o que aconteceu com os pés da Cinderela depois de uma longa noite dançando no baile real? Já imaginou se a Branca de Neve preferisse uma fatia de pizza a uma maçã envenenada? Ou ainda, já pensou se na história da Chapeuzinho Vermelho o lobo decidisse ser bom, e não mau?</p>
<p style="text-align: justify;">Então, prepare-se: neste livro você vai descobrir o que acontece quando a magia sai do roteiro!</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Chega de Era Uma Vez</em> é uma coletânea de contos de fadas que não saíram como planejado. Aqui, nem todas as princesas estão à espera de um príncipe encantado, os heróis mudam de ideia e os vilões têm crise de identidade. Entre trapalhadas e reviravoltas inesperadas, os contos clássicos viram de cabeça para baixo, mostrando que até no mundo encantado a vida nem sempre segue o script.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro é inspirado em um manuscrito que escrevi quando criança, na época que aprendemos sobre contos modificados na escola. A pequena escritora dentro de mim foi só empolgação! Mais de dez anos depois, reescrevi essas histórias com um olhar contemporâneo. De forma leve e espirituosa, busco revisitar cinco contos tradicionais — Cinderela, Bela Adormecida, Rapunzel, Branca de Neve e Chapeuzinho Vermelho — sob uma perspectiva crítica, explorando temas como empoderamento, pressões estéticas, identidade, amizade e coragem.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Chega de Era Uma Vez</em> vem para mostrar a beleza da autenticidade e a força de ser quem somos, seja dentro do mundo mágico da literatura, quanto na nossa realidade cotidiana.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
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		<title>Luar no planeta arco-íris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 16:56:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O livro infantojuvenil Luar no Planeta Arco-Íris confere visibilidade à existência do menino Zito. O menino órfão de mães está fora da faixa escolar indicada para sua idade. Prestes a completar dez anos de vida, a criança conquista uma vaga na escola por meio da qual imagina para si ser a escola um lugar misterioso, um espaço onde ele poderá ter muitas surpresas e a possibilidade de verbalizar suas emoções com liberdade e, quem sabe, até alegria. O mistério do que pode haver de tão maravilhoso no ambiente estudantil é a jornada do menino sonhador que, por meio de seu personagem, traz à tona temas como orfandade, trabalho infantil e outras urgências sociais que tangenciam a obra de abordagem sonhadora e de redenções possíveis por meio da arte.</p>
&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Escrever a infância pode ser o meio de rever a criança que fomos. Ampará-la. Desvendá-la. Mimá-la. Sobretudo, estar com ela, nesse encontro espiralar que desafia o tempo. Revela sonhos como fotografias em saturados tons de vermelho e azul. Retomar os óculos de Miguilim, dispor de lentes ternas que apenas a primeiridade da vida permite. Resgatar essências, sensações, sons, gostos e aromas que nos fizeram o corpo e a mente que somos. Resultantes de nossos encontros e escolhas. Tornar a senti-los com a primazia da novidade, antes de lidar com o mundo em sua aridez do agora. A escrita de Leila Tabosa remonta a essa criança. Busca a sinergia dos primeiros sensórios. Os olhos desvelados pelos primeiros efeitos da luz filtrada em sete cores. Remove das retinas o empoeirado que o tempo acumula. As crianças de seu texto estão sempre transitando, vestidas de sol. Sobrevivem ao asfalto quente, à radiação das notícias, a perdas e danos, aos tropeços de cidades com destinos incinerados a cada esquina. Assim é Zito… incansável indagador. Descobridor de telas vivas. Afetuoso pintor de destinos, munido de cacos de telhas e restos de giz. Zito nos chega ainda sem o domínio das palavras. Submetido a uma matemática desigual e dolorosa. A vida muito cedo roubou dele duas mães e um grande amigo. Mas chega também letrado nos encantos da busca. Deseja avançar rumo ao lugar onde habita uma alegria disruptiva: a escola. Atravessar horizontes, muros, algazarras e movido pela esperança sinalizada em listras coloridas. Uma história sobre a capacidade de encontrar espaços para o sonho mesmo em cotidianos suprimidos de invenção. Sobre as cores que a infância é capaz de arrebatar ao mundo, pela força de confrontá-lo, em sua própria existência prenhe de inocência. Zito caminha e se agiganta diante de uma narrativa lunar — seus gestos são vistos desde cima, pelo satélite que nos permite transformar dias difíceis em noites, onde se dorme e se sonha. Zito se espelha no vagar do circo, passo do picadeiro, no rumor dos portais. Há toda uma cantiga de vida acelerando em seu peito. Seu mundo simples e bravo é coração, estômago, olhar. Suas ferramentas para cruzar o destino previsto. E chegar a uma tonta felicidade do possível. A entrada da escola, o prato cheio de merenda, o orgulho da avó, o afeto das tias dadas pela sua condição de estudante. Aos poucos, a vida de Raulzito se multiplica desde suas escassas possibilidades. Torna-se infinita. Elabora festejos onde havia escombro. E renasce em poesia. A lua, a casa e o mundo transformam-se pelo poder das tintas do simples existir. Na escrita de Leila Tabosa, meninos e meninas encontram, além muros, a reparação para tristezas reais e incontornáveis de muitas de nossas infâncias. O picadeiro, o sonho, os livros, o cinema, o afeto, respingam os cantos onde havia dor. Raul… Zito. Um pequeno deus Gitã. Transcende sua maré de amarguras em doces de alfenim. Ofertas de Ibejis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Daiany Dantas</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>A mala da professora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 13:01:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[— O que será que tem dentro dessa mala?
Bugiganga pra vender no recreio?
Palmatória escondida?
Chocolate?
Tablet?
Maria lembrava do seu tempo de escola:
— Lá no meu tempo, levava era bolachada... na mão!
Palmatória de verdade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez, lá naquela escola pintada de céu e poeira,<br />
chegou uma professora diferente.<br />
Alta, leve, falante,<br />
com cabelos tão volumosos que pareciam<br />
a copa de uma sumaúma balançando no vento.<br />
Ela vinha colorida.<br />
Vestia colares, pulseiras, brincos,<br />
balangandãs que tilintavam como sinos encantados.<br />
Mas o brilho&#8230;<br />
Ah, o brilho não vinha das contas nem dos tecidos.<br />
Vinha de dentro.<br />
Ela arrastava, dia após dia,<br />
uma mala.<br />
Sim, uma mala.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Se eu falar</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/se-eu-falar</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 15:02:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Lina é uma adolescente que precisa mudar às pressas de Juazeiro do Norte para Curitiba. Sua mãe denunciou um esquema de corrupção na cidade e seu irmão sofreu um atentado em represália. A família foge e faz um pacto de silêncio e afastamento de assuntos relacionados à política. Chegando na nova cidade, a vida conduz Lina ao caminho oposto desse acordo e ela torna-se líder do Movimento de Ocupação da escola.</p>
&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="MdParagraph">Qual o preço da verdade? E quanto vale o silêncio?</p>
<p class="MdParagraph" style="text-align: justify;">Para a adolescente Lina, essas perguntas se impõem de forma brutal quando sua mãe denuncia um esquema de corrupção, lançando a família em uma espiral de medo e incerteza. A retaliação é violenta e os força a uma fuga apressada, abandonando o Ceará rumo ao desconhecido Sul do país. Em Curitiba, um pacto é selado: para sobreviver é preciso calar. Mas a vida raramente segue o roteiro que traçamos.</p>
<p class="MdParagraph" style="text-align: justify;">Neste vibrante romance de formação, inspirado nas inquietações da juventude contemporânea, Dauana Vale constrói uma trama que pulsa com a urgência de nosso tempo. Acompanhamos Lina em sua jornada de adaptação a uma nova cidade, onde o frio e o preconceito são tão cortantes quanto a saudade de casa. Longe de ser um refúgio, a nova escola se revela um caldeirão de ideias e ativismo. Debates sobre feminismo, política e justiça social a confrontam, e o pacto de silêncio começa a ruir quando ela se vê no epicentro de um movimento de ocupação estudantil.</p>
<p class="MdParagraph" style="text-align: justify;">Com uma escrita fluida e uma voz narrativa cativante, a autora nos aproxima dos dilemas, medos e descobertas de sua protagonista. A prosa de Dauana Vale é um dos grandes trunfos da obra, tecendo com maestria o drama pessoal ao tecido social e político do Brasil. A linguagem coloquial e sincera de Lina nos conecta imediatamente a seu universo, transformando a leitura em uma experiência íntima e universal.</p>
<p class="MdParagraph" style="text-align: justify;"><span class="MdEm">Se eu falar</span> é mais do que a história de uma menina encontrando seu lugar no mundo. É uma narrativa poderosa sobre a coragem de romper com o silêncio imposto, sobre os complexos laços familiares e sobre como a luta por um ideal coletivo pode ser o caminho para curar as feridas mais profundas da alma. Uma obra que nos lembra que, mesmo quando o medo nos paralisa, há uma força imensa em cada voz que ousa se levantar.</p>
<p class="MdParagraph" style="text-align: justify;"><i> </i></p>
<p class="MdParagraph" style="text-align: justify;"><strong>Marcelo Lettieri</strong></p>
<p class="MdParagraph" style="text-align: justify;">Escritor do Delirantes – coletivo de escritoras e escritores</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Onze contos assombrosos</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/onze-contos-assombrosos</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 17:30:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este livro reúne desde narrativas que exploram alguns contos perpetuados pela oralidade popular (“Alma”, “Caninana” e “Tesouro”), até enredos à moda de Edgar Allan Poe (“Endless love”), além de minicontos cheios de suspense e terror (“Visita”, “Táxi” e “Sete dias”). Tudo temperado com criatividade, humor, muitas referências ancestrais e pop, e ainda pitadas de ironia.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Alfredo Guimarães Garcia é um escritor com largos caminhos na Literatura Brasileira de Expressão Amazônica, tendo amealhado imensa fortuna crítica, da qual damos conhecimento abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Alfredo Garcia (&#8230;) escreve como se estivesse numa mesa de botequim, sórdido ou elegante, conversando com o leitor, contando a ele as histórias que a “linha industrial” não lhe permite escrever.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Diorindo Lopes Júnior (1958-2007), escritor e jornalista, autor de <em>Almoço de domingo</em> e <em>Cesta de três</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>###</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Li </em>O homem pelo avesso<em> de uma assentada, como diria um amigo meu de Mossoró, o Dorian. Porque é bom de ler, prende, é bem escrito, não tem o ranço de lugares-comuns que, em geral, dominam a produção literária brasileira. Muitos de seus textos são fragmentos propositais (&#8230;). São instantes que ficam em nós, daí a sua qualidade de fascínio.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Ignácio de Loyola Brandão, escritor e jornalista, autor de <em>Veia bailarina</em> e <em>Cabeças de segunda-feira</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>###</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Alfredo Garcia é detentor de uma prosa originalíssima e o conto, sua praia, constitui-se indubitavelmente na sua marca caracterizadora, o seu ponto alto. As peculiares situações do cotidiano ganham, na pena do autor, uma dimensão que extrapola os convencionais limites do episódico ou do regional. </em><em>(&#8230;) Alfredo Garcia está na plenitude de seu mister artístico. Transita com maestria e segurança nos domínios do conto. Conduz com sedutora habilidade a narrativa, dando-lhe a dimensão exata, quando valoriza, na curta extensão requerida por esse gênero difícil, o efeito único. O seu discurso, num registro preciso, é sempre ágil, fluente e, o mais importante, vem eivado de lirismo.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Joel Cardoso, doutor em Literatura Brasileira pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, em prefácio ao livro <em>Epifanias</em> (2009)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>###</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Alfredo Garcia (&#8230;) sabe muito bem como dizer coisas com características de amplitude, usando apenas as palavras adequadas e necessárias (&#8230;). Tem o dom de dizer muito em poucos termos, que usa com maestria, escrevendo sempre de modo tal que dá ao leitor a impressão de estar reencontrando fatos vividos ou testemunhados.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>            (,,,) É um autor que, normalmente, tem o que dizer e sabe muito bem a forma de fazê-lo.</em></p>
<p style="text-align: justify;">José Afrânio Moreira Duarte (1931-2008), escritor e jornalista, autor de <em>O menino do Parque</em> e <em>Fernando Pessoa e os caminhos da solidão</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Meu pai contra o monstro invisível</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/meu-pai-contra-o-monstro-invisivel</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 10:50:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há monstros que não rugem, vivem silenciosos e traiçoeiros dentro da gente. Esta é a história de um pai e sua luta contra a sombra da depressão, contada pelos olhos da filha. Da Montanha de Estrelas Elétricas à Cidade do Outro Lado do Oceano, acompanhamos memórias afetivas, um casamento que se desfaz e a busca desesperada por recomeço. Um romance sobre a fragilidade e a resistência, sobre amar, perder e ainda assim tentar ser lembrado.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Contador de histórias nato, Filipe Teixeira presenteia os leitores, em seu primeiro romance, com a oportunidade de acompanhar uma de suas narrativas mais potentes. Deixando cair por terra a premissa do “só quem viveu sabe”, ele oferece a todos, mesmo àqueles que nunca vivenciaram uma história semelhante à de Meu pai contra o monstro invisível, a chance de sentir, com a mesma intensidade, cada alegria, emoção, esperança, desesperança, dor e tormenta vividos pelo pai da narradora. Num realismo quase fantástico, essa criança — ou não? —, capaz de saber e sentir por ele, estende aos leitores o mesmo poder, conduzindo-os a uma imersão numa montanha-russa de sentimentos que leva a frios na barriga, mas também a calafrios. Trazer à luz esse monstro é ato de coragem: é chafurdar na dor, é pisar em espinhos, é pular do precipí cio. Mas é também se salvar. Ou ser salvo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Aline Duarte</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Inambulatas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 22:49:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Victoria leva a vida de qualquer menina de dez anos até um incidente revelar que existe magia no mundo. E que ela herdou tais poderes. Para lidar com a mudança, Victoria decide estudar em Murr-ma. Na nova escola, são pouquíssimos os alunos e muitos os desafios para compreender esse momento de virada.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma história de aventura sobre a passagem da infância para a adolescência, com os humores e as instabilidades dessa fase (no corpo e na cabeça) até que se possa começar a controlar o próprio poder.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tudo é novidade para Victoria: as professoras da nova escola, as amigas, a rotina longe de casa trazendo mudanças às vezes assustadoras, como a de não encontrar nenhuma estrelinha brilhando à noite no céu do quarto, pois quem pisca (mas só de vez em quando) é uma enorme onça pintada, que ora paira no teto com uma das patas apoiada na janela, ora desce e se enrola nas cobertas e nos sonhos da menina.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é só a primeira das muitas surpresas que aguardam Victoria em Murr-ma, o nome esquisito de uma escola especial para onde a menina decide ir quando descobre coisas também esquisitas e especiais acontecendo sem que ela consiga entender e, muito menos, controlar. Até aquele momento, por mais que se sentisse contrariada por seus pais, ela nunca pensaria na possibilidade de incendiar um sofá. Mas qual não foi o espanto da menina ao perceber que as labaredas que voavam pela sala pareciam carregar um tanto da sua raiva? E o susto foi ainda maior quando a mãe explicou que <em>aquilo </em>tinha sido uma <em>inambulata de magia</em>, uma espécie de explosão dos poderes que Victoria nem imaginava ter dentro de si –— uma herança de família: poderes mágicos se manifestando de repente num fluxo ainda desordenado, que escapa perigosamente dos pensamentos e emoções borbulhantes de uma menina de dez anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os leitores de obras emblemáticas do universo fantástico vão acompanhar a aventura de Victoria com intimidade, sem deixar de se surpreender com a imensa criatividade de Julia Antunes Oliveira. Neste primeiro romance infantojuvenil, a escritora constrói uma fábula engenhosa na qual a passagem da infância para a adolescência não é simplesmente uma fase marcada por corpos em transformação, humores instáveis e sentimentos turbulentos, mas um momento maravilhoso em que a magia da vida está prestes a começar.</p>
<p>Silvana Tavano</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Pequena</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/pequena</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 20:09:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ela, a menina que agora fugia do Orfanato com uma das freiras, não se lembrou de tudo isso, só da parte: é preciso confiar. Fechou os olhos de novo e pulou. (...) As meninas que assistiam tudo da janela comemoraram.
(...) Do lado de fora, Érica caía, amparando a queda da menina.
— Que menina mais corajosa!
Pequena sorriu, ainda assustada, ainda sem saber como e por que tinha tido tanta coragem. Ao longo do tempo, ela descobrirá que é isso o que a vida quer mesmo da gente.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vivendo em um Lar-Orfanato desde que sua mãe passou a não ter condições de sustentá-la, Pequena agora poderia voltar para casa, não fossem as dificuldades impostas pelos trâmites da instituição.<br />
No entanto, uma freira com um espírito inconformado decide agir. Desafiando as regras, as duas embarcam em uma fuga cheia de descobertas e de aventura.<br />
Nesse caminho de volta, passando por fazendas e estradas, nasce uma amizade improvável. Érica, a freira rebelde, revela um olhar sensível e uma determinação admirável, e Pequena descobre as muitas dimensões do mundo lá fora e do mundo lá dentro de si mesma. Juntas, elas vão perceber as nuances de uma época marcada por injustiças e pela força da resistência silenciosa e até mesmo poética, vazadas em uma linguagem urbana e lírica, que dialoga com alguns clássicos da nossa literatura.<br />
A narrativa é leve e bem-humorada, profundamente atenta às questões éticas que ainda persistem. Talvez, por fim, fugir com Pequena e Érica nas linhas desse texto seja compreender que, nas pequenas e primordiais palavras, existe uma grande e imperceptível revolução em curso: a revolução das coisas simples.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>O expresso da tarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 16:23:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<strong>ilustrado por Nati Fioravante</strong>

&#160;
<div class="v1elementToProof">Embarque nesse trem, sua aventura nunca termina, mas começa numa boa leitura!!!</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Nem todos são como você, muitos não embarcam na Loucomotiva, pois infelizmente, estão muito ocupados fazendo outras coisas&#8230;”</p>
<p style="text-align: justify;">Assim começa a mágica jornada de João, um menino curioso que na casa de sua avó Lúcia, encontra um portal mágico para o Expresso da Tarde. Mais do que um trem, essa &#8220;loucomotiva&#8221; é o ingresso para mundos extraordinários, onde a imaginação ganha vida e desafios profundos aguardam.</p>
<p style="text-align: justify;">Você está convidado a se juntar a João para descobrir terras de neve que nunca congelam, o misterioso Ominque, onde os desejos quase ocultos se tornam reais, e até mesmo um mundo de sentimentos invisíveis, até serem sentidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre redemoinhos mágicos, estações secretas e encontros inesquecíveis<em>, O Expresso da Tarde </em>oferece<em>, </em>a cada estação, aventuras que vão além da imaginação. Quer saber como João consegue desvendar mistérios e equilibrar mundos tão distintos? Embarque no trem e descubra. Afinal, a próxima parada é sempre um convite ao inesperado.</p>
<p><strong>Ellen Flávia Weis</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Pistas, mistérios e uma porção de livros</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/pistas-misterios-e-uma-porcao-de-livros</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 21:58:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando o Senhor Manoel Miolo, um excêntrico bibliófilo, decide doar sua gigantesca coleção de livros raros à biblioteca pública, a cidade inteira se agita. Mas, na véspera da entrega, a biblioteca é misteriosamente roubada. O caso mobiliza o Inspetor Facundo Fólio e o bibliotecário Samuel Lombada, que acaba recebendo uma ajuda completamente improvável. Entre humor, mistério e amor pela literatura, começa uma investigação que é também uma celebração dos livros e de quem os ama.</p>
&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Seria possível reunir a Epopeia de Gilgamesh — possivelmente a primeira obra-prima da literatura universal, cujas tábuas de argila foram descobertas na antiga cidade de Nínive (hoje, Mosul, no Iraque) e que revelaram uma antiga técnica de escrita, a cuneiforme — com o primeiro rei letrado de que se tem conhecimento, o rei da Assíria, Assurbanipal, além do famoso arqueólogo inglês Austen Henry Layard, a escritora de romances policiais Agatha Christie, um bibliófilo renomado, um investigador de polícia, e, ainda, um bibliotecário que sonha em se tornar escritor?<br />
A resposta:<br />
Sim! Totalmente possível. E a grande responsável por unir todos esses elementos em uma trama de mistério é a própria história da escrita — que, por si só, daria um excelente livro de aventura, suspense e também de história do mundo, das origens da humanidade, de geografia e muito mais! Um livro perfeito para educadoras e educadores trabalharem a interdisciplinaridade com alunos em sala de aula.<br />
Bem-vindo a Pistas, mistérios e uma porção de livros.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A menina e o sabiá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2025 15:17:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ilustrações por <a href="https://editoraurutau.com/autor/thais-capusso">Thaís Capusso</a>

&#160;

"Não existe amor que não seja livre!"

&#160;

&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div dir="auto" style="text-align: justify;">Uma menina adorava acordar com a melodia alegre do seu sabiá, um companheiro especial que ela mantinha com carinho em uma gaiola. Todos os dias, ela cuidava dele, ansiosa por ouvir seu canto. Mas, certa manhã, o silêncio a despertou: o sabiá havia escapado!</div>
<div dir="auto" style="text-align: justify;">Com o coração apertado, a menina o viu livre no abacateiro, cantando mais vibrante do que nunca. Mesmo triste, ela ouviu uma promessa no ar: &#8220;Não chore, que eu vou voltar.&#8221; Os dias se transformaram em uma longa espera, até que, numa manhã de outono, bicadinhas na janela anunciaram o retorno do amigo.</div>
<div dir="auto" style="text-align: justify;">A alegria do reencontro quase a fez repetir o erro, mas ao ver o olhar assustado do sabiá diante da gaiola, a menina compreendeu uma lição valiosa. Descubra como o amor e a liberdade podem andar juntos nesta tocante história sobre uma amizade que aprendeu a voar para além das grades, mostrando que o afeto mais verdadeiro é aquele que deixa o outro ser quem realmente é.</div>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Neli, do tamanho de um enorme coração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 12:06:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ilustrado por <a href="https://editoraurutau.com/autor/manu-assini">Manu Assini</a>

&#160;

Neli, de agulha e linha na mão, ia costurando seu coração em cada coisa, bicho ou pessoa por quem tinha muito apreço. Até que seu coração ficou super espesso, ficou do tamanho de um enorme coração!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Neli, do tamanho de um enorme coração </em>é um convite ao abraço, aos afetos, à empatia, ao carinho e às amizades. É um convite para o encontro e para a generosidade. É um livro criado para enaltecer os laços afetivos, trazendo uma linguagem poética tanto na criação de imagens a partir da sonoridade do texto, quando lido em voz alta, quando compartilhado com quem amamos, quanto na riqueza das ilustrações que nos envolvem e nos encantam, e que também carregam essa força poética estabelecida pela narrativa, dando a oportunidade de expandir a imaginação de seus leitores.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Neli </em>é uma personagem que apesar de pequenina possui um enorme coração, que se expande cada vez mais, emanando amor, carinho e empatia com todos com quais se relaciona em sua jornada. <em>Neli, do tamanho de um enorme coração</em> é um suspiro doce de alívio e esperança de um mundo mais humano e amável para todos.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Álbum</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/album</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 12:31:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“É desse ponto no tempo que parto, com direito a flashbacks: o dia em que esse presente começou a fazer parte da minha vida. Narro hoje uma história que me pegou no colo e ficou num ir e vir engraçado e tenso, às vezes mais um do que outro. Pode soar estranho, mas aquela máquina fotográfica foi, por muito tempo, minha melhor forma de ver.” Com uma Kodak dos anos 90, Bel vai vivendo o luto pela perda do seu pai enquanto aprende a conhecer o mosaico de pessoas em uma comunidade do interior. Uma história de amor, de despedidas e das tantas alegrias que uma infância pode proporcionar.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De uma hora para outra, a vida de Bel dá uma grande guinada. Parece, afinal, que a vida no interior na década de 1990, sem celulares e sem redes sociais, não era assim tão desinteressante! Tudo isso porque ela ganha um presente da mãe, comprado com as economias das faxinas extras: era uma Kodak, máquina fotográfica com rolos de filmes, que registram, para além da memória, os acontecimentos e as pessoas que fizeram parte da vida de Bel na infância e início da adolescência. O presente foi uma grande alegria, mas o que Bel não imaginava é que ele seria uma forma de curar uma miopia adquirida desde que havia perdido o pai.</p>
<p style="text-align: justify;">E é assim que nos embrenhamos na história dessa menina que vai colecionando, pela sua curiosidade e sensibilidade, a história de cada um dos moradores de uma comunidade da zona rural. Desde as primeiras linhas, percebemos que não se trata apenas de lembranças da infância de uma menina, mas de um processo de descoberta do seu lugar no mundo e das suas percepções acerca dos diferentes personagens que passam por ela: a alegria da professora Vera, as zombarias do Gilmar, a seriedade e zelo da mãe ou, ainda, a força arrebatadora da dona Cristina.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre cliques e revelações, Bel vai descobrindo não só a fotografia, mas também o lugar e o tempo que hoje só existem em sua memória, desvendando pessoas vistas pela lente da sua Kodak e revelando a sua pertencência àquela comunidade da zona rural, agora com o pai ausente. Este é o álbum que todos nós temos guardado nas gavetas, cuidadosamente soprado para espantar o pó sempre que procuramos por ele. Álbuns reais ou imaginários, fotografias impressas em papel ou em nossa memória… são tantos os nossos guardados! E só os abrimos, em conta-gotas, para quem confiamos, para que seja possível fazer-nos conhecer por quem amamos. Bel abre suas lembranças para o mundo porque, crescida, sabe quem e por que é. Vamos com ela!</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Emílio Sandokan no mundo das águas</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/emilio-sandokan</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 17:40:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">(ilustrado por Gabriel Sozzi)</p>
Em um planeta tomado pela água, o garoto Emílio Sandokan e seus companheiros de bordo tentam a todo custo sobreviver num pequeno barco a vela. A vida dos “novos piratas” não é nada fácil, pois, além de tentarem encontrar uma única costa não submersa, eles ainda precisam lutar contra a escassez de comida, monstros marítimos, tempestades inesperadas, embarcações inimigas e o temível Barba Negra, detentor do mapa que pode ser a última e única esperança de todos: o “Mapa Uno”.
<p style="text-align: justify;"></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Cada um processa momentos difíceis como pode.</p>
<p style="text-align: justify;">A arte, por exemplo, atuou como uma válvula de escape importante e essencial para as mais distintas épocas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para cada período significativo, uma bonança artística nasce muito vigorosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi assim e assim será sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">Este livro é a minha humilde tentativa de processar tudo o que aconteceu no planeta, no fatídico março de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">É minha tentativa de resposta para perguntas que racionalmente jamais terei a capacidade de responder.</p>
<p style="text-align: justify;">Este livro, companheira e companheiro de bordo, é filho direto da pandemia.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui, conto a história de personagens confinados dentro de um barco a vela tentando sobreviver num mundo pós-apocalíptico cheio de inimigos e intempéries, mas também é uma história de superações coletivas e individuais. De como o ser humano, em momentos de dificuldade, tem a capacidade de olhar para outro e estender-lhe a mão. Também é uma história sobre laços, amizade e, principalmente, esperança.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>No escuro eu não durmo, não!</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/no-escuro-eu-nao-durmo-nao</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 16:55:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não tenho vergonha de falar durante a aula,
Mesmo quando tem que ficar em pé lá na frente da sala,
Tomo banho sozinho e até já como com garfo e faca...
Mas no escuro eu não durmo, não!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pedro é um menino que, apesar de muito valente, ainda não superou o seu medo do escuro. Há tantas coisas que ele já tem coragem de fazer, apesar de seguir com este grande temor, que, espera um dia superar, mas que sabe que está tudo bem por enquanto deixar o abajur aceso.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>Refugiadas</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/refugiadas</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 May 2023 12:41:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Certo dia, enquanto sua mãe saiu para fazer compras, resolveram brincar de boneco de neve. Abriram a porta da geladeira e, de braços abertos, aproveitavam a brisa gelada.
Descongelaram muita coisa que havia lá dentro, e escorreu água por toda a cozinha.</p>
<p style="text-align: justify;">— Meninas, que bagunça é essa? Não posso sair um instante que vocês aprontam?</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Certo dia, enquanto sua mãe saiu para fazer compras, resolveram brincar de boneco de neve. Abriram a porta da geladeira e, de braços abertos, aproveitavam a brisa gelada.
Descongelaram muita coisa que havia lá dentro, e escorreu água por toda a cozinha.</p>
<p style="text-align: justify;">— Meninas, que bagunça é essa? Não posso sair um instante que vocês aprontam?</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Quem se esconde no mato?</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/quem-se-esconde-no-mato</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Apr 2023 12:03:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tonho é uma criança de 10 anos de idade que vive num sítio com os pais e o irmão mais velho.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele ajuda a família em algumas tarefas sem reclamar quando volta da escola, mas não gosta de levar as cabras para pastar e ninguém entende o porquê.</p>
<p style="text-align: justify;">Nenhum deles sabe que Tonho guarda um segredo que é o motivo para ele não querer acompanhar as cabras.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tonho é uma criança de 10 anos de idade que vive num sítio com os pais e o irmão mais velho.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele ajuda a família em algumas tarefas sem reclamar quando volta da escola, mas não gosta de levar as cabras para pastar e ninguém entende o porquê.</p>
<p style="text-align: justify;">Nenhum deles sabe que Tonho guarda um segredo que é o motivo para ele não querer acompanhar as cabras.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Chico tem um apito</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/chico-tem-um-apito</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 14:02:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ilustrado por Rafaela Pupin]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>ilustrado por <a href="https://editoraurutau.com/autor/rafaela-pupin">Rafaela Pupin</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Antes depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Nov 2022 13:35:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Antes Depois é um livro sobre a passagem do tempo e sobre as transformações que ocorrem ao nosso redor. As imagens propõem um olhar sobre as narrativas invisíveis que existem entre esse antes e depois.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Antes Depois foi criado a partir da pesquisa de fotolivros voltado ao público infantil e propõe um olhar para a passagem do tempo e a transformação de elementos e objetos do cotidiano.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Jardim mecânico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 22:39:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A delicadeza de um livro apenas de imagens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sensibilidade de Fernanda aflorada neste livro infantojuvenil.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Afonso &#038; Martim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 13:11:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Afonso e Martim são dois irmãos comuns com uma vida cheia de peripécias e muita imaginação. Órfãos de mãe, eles vivem com o pai em uma casa confortável na cidade. Até que, um dia, algo inesperado acontece. E, misteriosamente, eles vão parar no meio de um deserto sem fim. Lá eles descobrem que o pai foi sequestrado pelo cruel Mago Nagano, que quer transformar toda luz em escuridão. Agora eles terão que reunir forças para cruzar o deserto e viver uma grande aventura entre magos, fadas e criaturas fantásticas para conseguir derrotar o mago, salvar o pai e voltar para casa.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A aventura de dois irmãos para salvar o pai e voltar para casa.<br />
Afonso e Martim são desses irmãos que brigam, discutem e gritam um com o outro, mas que na verdade se amam.<br />
Afonso é o mais racional dos dois. O menino está sempre atrás de uma explicação para as coisas que acontecem ao seu redor. Ele nem sempre consegue, mas não se cansa de tentar. Já Martim, o caçula, tem o talento de visualizar coisas extraordinárias nos lugares mais corriqueiros.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>As fabulosas desmemorices e invencionices de um velho artista</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/as-fabulosas-desmemorices-e-invencionices-de-um-velho-artista</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 14:14:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um velho artista em seu fabuloso mergulho pelas profundezas da memória, ela que também é feita de lapsos e invenções, de versões e "desversões", de mentiras e verdades. A história que contamos é a mesma história que vivemos? Tão importante quanto lembrar é também esquecer.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;Acho que andei me superando com essa história. Acho também que a idade está me devolvendo alguma sabedoria, ou talvez eu esteja recuperando a dose de coragem necessária para lembrar de certos causos&#8230; Soube, mais tarde, que a nossa memória é seletiva, dessas bem enjoadas, e que deixa, intencionalmente, algumas lembranças fresquinhas em nossa mente e que, intencionalmente, também reprime muitas outras.&#8221;</p>
<p><span style="color: #ffffff;">Juliane Mena Tôrres</span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ficções do minidicionário ou a guerra secreta dos insetos</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/ficcoes-do-minidicionario-ou-a-guerra-secreta-dos-insetos</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2022 15:19:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ilustrado por <a href="https://editoraurutau.com/autor/vitor-pedroso">Vitor Pedroso</a>

Plantas bonitas de jardim?
Presente para o dia dos namorados?
A parte dos vegetais de onde
saem as frutas? Conta outra.
Flores são a arena para a
guerra secreta entre
as joaninhas e os vaga-lumes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[ilustrado por <a href="https://editoraurutau.com/autor/vitor-pedroso">Vitor Pedroso</a>

Plantas bonitas de jardim?
Presente para o dia dos namorados?
A parte dos vegetais de onde
saem as frutas? Conta outra.
Flores são a arena para a
guerra secreta entre
as joaninhas e os vaga-lumes.]]></content:encoded>
					
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		<title>Dobradura</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/dobradura</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2022 14:37:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ariadne avisa:
— É hora da receita!</p>
<p style="text-align: justify;">O caldeirão, na verdade, é uma bacia onde a madrinha despeja um montão de papel que iria para o lixo: um envelope com rasgões, um panfleto de propaganda, restos de uma cartolina, embalagens de papelão. Esse é o momento de fazer uma experiência no quintal.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Siga o fio mágico presenteado pela madrinha Ariadne (Fada-madrinha? Bruxa boa?) e se embrenhe na floresta de sonhos até encontrar este livro-árvore, que cresce do âmago de suas próprias páginas. Ilumine o caminho com a lanterna de nomes, pois, como está escrito, “nomear é acender uma luz”, e finalmente encontre Arthur, futuro escritor, que tem o mesmo nome do mítico rei-menino e nos remete ao ciclo das lendas e novelas de cavalaria, e sua irmã Alice, sempre pronta a atravessar portais para terras das maravilhas, vestida com sua capa de detetive da imaginação. Esses órfãos de conto de fadas contemporâneo o levarão em um passeio vertiginoso pelo labirinto das histórias, onde você dançará, conduzido pelo canto do Narrador-Corrupião, com o Flautista de Hamelin, Ulisses, Diana, Sherazade e muitos outros personagens, porque assim como na receita de reciclagem que a madrinha Ariadne ensina aos filhos adotivos, aqui também as histórias são coletadas, picadas, amassadas, trituradas e reinventadas. Pois reciclar e reflorestar as paisagens invisíveis é uma ecologia do espírito, como este <em>Dobradura </em>vem nos ensinar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Daniela Pace Devisate</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Maiara Gouveia evoca saberes originários, desvela mitos, espalha e espelha belezas com suas palavras mágicas. É fácil mergulhar e submergir neste encanto que se adensa, na música bela e necessária de Maiara.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>André Setti </strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>O que é que tem no sótão?</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/o-que-e-que-tem-no-sotao</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 15:42:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma menina muito curiosa se muda para uma casa nova. Casa nova sempre pode proporcionar diversas aventuras e descobertas, diferentes medos e superações. E quando tem um sótão, então? Ah! Aí, a imaginação não tem limites e muita traquinagem é capaz de acontecer. Um sótão! Quantas coisas ele pode esconder? Com um olhar sempre divertido sobre tudo o que encontra, bisbilhoteira de primeira, a menina nos conduz para seu universo repleto de fantasias e medos inventados, ou até mesmo medos verdadeiros e materializados, nos convidando a vivenciarmos com ela as situações mais inusitadas.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A partir do olhar curioso da menina, e de sua criatividade aguçada, vamos conhecendo sua nova casa, suas relações familiares e seus medos, que vão aumentando, modificando e se transformando conforme a passagem do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao levar ao pé da letra expressões cotidianas ditas pelas pessoas mais velhas a menina reinventa essas expressões e ri dela mesma ao imaginar as cenas extraordinárias criadas pela sua mente inventiva. E nós rimos com ela.</p>
<p style="text-align: justify;">A menina se vê diante do sótão aberto e isso desperta vários sentimentos. Cada medo é dominado pelo impulso de saber o que é que tem lá.  Apesar de ter fama de medrosa, a menina se arrisca em desvendar esse mistério misterioso e nós vamos juntos com ela, passo a passo e com muita cautela para não tropeçar. Que tal mergulharmos nessa aventura e descobrirmos “O que é que tem no sótão?”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma narrativa simples, fluida e leve, sem perder a riqueza do uso das palavras e do ritmo da leitura em voz alta, proposta pela escrita de Lilyan de Souza, a autora nos convida a entrar no sótão e olhar com delicadeza para todos os cantos para percebermos nos detalhes como podemos lidar com nossos medos e curiosidades mesmo que o tempo altere tudo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Vai</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/vai</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2022 18:17:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>"<span class="v1gmail-il">Vai</span>"</b> trata de maneira muito lúdica e leve de um tema cada vez mais corriqueiro em nossas vidas, a maneira como deixamos as crianças e suas brincadeiras de lado em detrimento do mundo digital. O <span class="v1gmail-il">livro</span> foi pensado para leitura em família, para crianças entre 3 e 6 anos<b> e é um convite para brincar.</b></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos lá</p>
<p>brincar</p>
<p>agora?</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Abel</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/abel</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2022 18:09:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div>Já ouviu falar de um menino que nasceu com cabelo roxo?</div>
<div>E mais! Um cabelo roxo que não para de crescer e é indestrutível?</div>
<div>Esse é Abel, que veio para mostrar que a magia está muito além de seus cachinhos.</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="fontstyle0">Sem dizer uma palavra, com um sorriso de orelha<br />
a orelha, Abel juntou o cabelo num grande monte.</span></p>
<p><span class="fontstyle0"><br />
— Pode cortar, mamãe!</span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Minissonhos</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/minissonhos</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2022 13:02:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ilustrado por Ana Zequin
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;">Quem cuida de um vaso: cuida do futuro. Cuidado: futuro. No vaso alguém planta: o futuro debaixo da terra. Fica o futuro embrulhado: em diversas vontades e intenções. Fica guardadinho: faz de conta que ninguém está vendo. Se olha para o vaso: olha para o futuro. Mesmo no presente: o futuro está na sua frente. Quanta responsabilidade é cuidar do futuro: avançar ou esperar? Ora alguém rega: para aguardar. Ora alguém ilumina: para crescer. Atividade laboriosa: atividade paciente. Querer ver: querer verde. É natural vir de repente: é o ciclo da vida. Quem ficar para ver verá o verde repente: verá a futureza florida. Abrem-se as cortinas: e começa o espetáculo. Crescer: até onde na terra couber. Debaixo da terra está a mensagem: crescer exige coragem. Fure: a sua terra.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>um dia percebemos como o mundo é recheado de<br />
coisas maravilhosas,<br />
e essas coisas maravilhosas costumam andar muito<br />
bem acompanhadas,<br />
são acompanhadas de eventos surpreendentes,<br />
tão maravilhosos quanto elas,<br />
mas… a mesma sensação que preenche a gente com a beleza das<br />
coisas maravilhosas,<br />
também esvazia com a incerteza das coisas maravilhosas,<br />
a beleza e a incerteza geram tantas perguntas…<br />
perguntas que, juntas, são resumidas a esta:<br />
de onde surgem as coisas maravilhosas do mundo?</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>A casa de Tartólia</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/a-casa-de-tartolia</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 13:50:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
<div class="" data-turn-id-container="request-WEB:dc74c11c-d481-4020-8f9a-898eebe61b60-0" data-is-intersecting="true"><section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none has-data-writing-block:pointer-events-none [&#38;:has([data-writing-block])&#62;*]:pointer-events-auto R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:dc74c11c-d481-4020-8f9a-898eebe61b60-0" data-turn-id-container="request-WEB:dc74c11c-d481-4020-8f9a-898eebe61b60-0" data-testid="conversation-turn-2" data-scroll-anchor="false" data-turn="assistant">
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<p style="text-align: justify;" data-start="445" data-end="492" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><span class="fontstyle0">Quem olha de fora tenta imaginar como Tartólia deve morar.</span></p>

</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"></div>
<div class="mt-3 w-full empty:hidden">
<div class="text-center"></div>
</div>
</div>
</div>
</section></div>
</div>
<div class="pointer-events-none -mt-px h-px translate-y-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom)-14*var(--spacing))]" aria-hidden="true"></div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-start="0" data-end="265">A casa é nosso primeiro lugar no mundo. Existe casa quadrada, casa redonda, casa cheia de quartos e de janelas, casa que é oca, casa que é castelo, casa com sótão, casa de doces da bruxa, casa de tijolos dos três porquinhos. Casa que é casarão e casa que é casinha.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="267" data-end="443">A casa de Tartólia pode parecer um pouco com aqueles conhecidos versos de <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Vinicius de Moraes</span></span>: “Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada”.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="445" data-end="492" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Será que você já viu a casa de Tartólia por aí?</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>A história de Palitim</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/a-historia-de-palitim</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 12:58:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">(...) Isso começou a acontecer sempre: Palitim fazia algo errado ou perigoso, a mãe descobria, conversava irritada com ele, que ia para o quarto de castigo, porém contente porque a mãe havia demonstrado atenção. (...)</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Palitim, como toda criança, tem todos os sentimentos do mundo&#8230;</div>
<div>Até mesmo aqueles que doem e que nem as pessoas adultas sabem muito bem como lidar&#8230;</div>
<div></div>
<div>Ele é uma criança que vive um luto.</div>
<div>Na confusa dor dos sentimentos, Palitim e sua família buscam modos de entender o que está acontecendo e de falar o que estão sentindo.</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editoraurutau.com/titulo/a-historia-de-palitim/feed</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>A menina que perdeu as lágrimas</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/a-menina-que-perdeu-as-lagrimas</link>
					<comments>https://editoraurutau.com/titulo/a-menina-que-perdeu-as-lagrimas#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Feb 2022 16:14:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<a href="https://editoraurutau.com/autor/tatiana-bond">Tatiana Bond </a>(ilustração)

Até que houve um dia em que ela quis muito chorar,
mas não conseguiu.
Foi quando ouviu de sua mãe:
— Filha, a sua avó partiu...
— Quando ela volta?
— Não volta mais...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://editoraurutau.com/autor/tatiana-bond">Tatiana Bond </a>(ilustração)

Até que houve um dia em que ela quis muito chorar,
mas não conseguiu.
Foi quando ouviu de sua mãe:
— Filha, a sua avó partiu...
— Quando ela volta?
— Não volta mais...]]></content:encoded>
					
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		<title>Pequena curadoria de utensílios e a fábula do fura-cocos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Feb 2022 12:42:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A pinça agarra, a colher pega, a faca corta. Desde que começamos a usar ferramentas, não paramos de inventar. Repare bem quantos utensílios experimentamos no cotidiano.</span><span style="font-size: small;"> Como eles funcionam? Como será que foram inventados?</span></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div dir="auto">
<div dir="auto">Abra a gaveta e espie! Quantos inventos da humanidade você vê ali mesmo no seu dia a dia? Você já improvisou uma ferramenta hoje? Todo furo é só um furo?</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Nas entrelinhas deste livro, você vai encontrar tantas perguntas que algumas vão escapar para o seu cotidiano.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Vamos explorar utensílios, ferramentas, desenhos e histórias. E nunca mais uma gaveta vai ser só uma gaveta.</div>
</div>
<div dir="auto"></div>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Dois pais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Feb 2022 12:26:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O seu nome era Ipê. Um nome tão pequeno soava engraçado, por que papai Márcio era alto, tinha quase 2 metros, e com a peruca e o salto ficava ainda maior. Era um dos poucos momentos em que eu via os olhos dele brilharem de verdade. E não era por conta do glitter vegano. Era porque ele esquecia que estava doente.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O seu nome era Ipê. Um nome tão pequeno soava engraçado, por que papai Márcio era alto, tinha quase 2 metros, e com a peruca e o salto ficava ainda maior. Era um dos poucos momentos em que eu via os olhos dele brilharem de verdade. E não era por conta do glitter vegano. Era porque ele esquecia que estava doente.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>A pia que roubava mães</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Dec 2021 13:31:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ilustrado por <a href="https://editoraurutau.com/autor/eduardo-goulart-reyes-barbosa">Eduardo Goulart Reyes Barbosa</a>
<p style="text-align: justify;">A narrativa conta a história de como o menino Pedro investigou e desvendou o caso misterioso da pia que insistia em roubar sua mãe das divertidas brincadeiras que os dois adoravam viver juntos. O livro aborda a questão da sobrecarga das mulheres com a exclusiva responsabilidade pelos afazeres domésticos a partir do ponto de vista do filho, que se sentiu incomodado por perder a mãe e ainda mais incomodado por perceber que ela também tinha vontade de ficar mais tempo com ele, mas não podia, por conta das tarefas domésticas.</p>
<p style="text-align: justify;">E como será que Pedro resolveu este mistério? O que será que ele descobriu?</p>
<p style="text-align: justify;">“A pia que roubava Mães” traz todas essas respostas e, ainda, provoca as famílias com o questionamento que encerra a história: “E você aí, na sua casa, já pensou nisso?”.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>E se conversar sobre compartilhar as tarefas domésticas pudesse ser leve e divertido?</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">A discussão sobre de quem deve ser a responsabilidade pelas tarefas domésticas está cada vez mais presente nas redes sociais, nas rodas de amigos e até nas mesas do almoço de domingo. Seja pelos avanços que o movimento feminista alcançou na proposição de refletirmos sobre a sobrecarga de trabalho vivida pela grande maioria das mulheres; seja pela discussão que envolve a construção social do que é ser homem e ser mulher; o fato é que cada vez mais se conversa sobre a necessidade de que a organização, limpeza e administração de uma casa sejam realizadas de forma compartilhada, envolvendo todos e todas que a habitam.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Igor na cabeça</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/igor-na-cabeca</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Dec 2021 13:18:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Léo é um amigo que todos gostariam de ter, ele sabe mesmo como ouvir sem julgamentos os desabafos de seu amigo Caio, que está aprendendo a comunicar suas emoções e necessidades e a gostar de si próprio. O amor próprio de Caio se fortalece pela gentileza adquirida ao olhar para si mesmo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Caio era um  filhote de leão, nascera careca e demorou muito até que os seus cabelos crescessem. O cabelo crescia<br />
devagar, novos fios iam surgindo, aos poucos. (&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Argos &#038; Ulisses</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/argos-ulisses</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Oct 2021 17:48:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[ilustrações de Paulo E. Camilo de Souza]
<p style="text-align: justify;">Pode uma amizade superar o tempo e os perigos de uma grande guerra? Ulisses, ao embarcar no navio em direção a Troia, despede-se de seu cão. Vinte anos se passam e Argos ainda aguarda o herói. Será que vão se reencontrar?</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Argos e Ulisses” contempla, de forma plena, a máxima “o cão é o melhor amigo do homem”. Neste livro, a autora reconta uma das mais belas passagens da Odisseia, a antiga história de amizade de Ulisses e seu cão. Argos é o protagonista e espera ansiosamente o retorno do herói, atrasado pela fúria dos deuses. A narrativa em versos deixa ainda mais emocionante a cumplicidade existente na amizade entre os dois.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Gerbo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 23:01:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Venha experimentar novas histórias com Gerbo!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Gerbo é um ratinho que vive numa biblioteca e é transportado para dentro das histórias que rói. Ele sempre rói os mesmos livros amarelos, até que uma prateleira vazia o convida a experimentar novas histórias.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Theo e a nuvem</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/theo-e-a-nuvem</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 19:39:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ilustrado por Rafael Cotrin

O sonho de Theo era subir em uma nuvem
e poder ver tudo lá de cima!
Uma nuvem bem alta e fofinha.

&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Theo é um menino comilão que mora com sua avó em uma floresta. Seu sonho é subir em uma nuvem bem alta do céu e poder ver tudo lá de cima!<br />
Na busca de realizar seu sonho, Theo encontra uma linda aventura por sua floresta interior&#8230;<br />
Uma história de autodescoberta e autoconfiança para a criançada.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Pin: um guarda-chuva diferente</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/pin-um-guarda-chuva-diferente</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2021 15:03:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[(ilustrado por <a href="https://editoraurutau.com/autor/lais-arend">Laís Arend</a>)

&#160;

Pin não gosta de chuva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;Pin é um guarda-chuva muito especial! Ele não é como os outros e há até mesmo quem diga que isso é um problema. Como é difícil se sentir diferente! Como lidar com as angústias de não saber qual é o seu lugar no mundo? Em meio à tempestade, Pin se aventura a sair pelo mundo em busca de algumas respostas&#8230;<br />
Acompanhe Pin nesta jornada colorida, cheia de aventuras e repleta de personagens inusitados.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Tânia Trupolina</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/tania-trupolina</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 00:24:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[(ilustrado por <a href="https://editoraurutau.com/autor/vinicius-da-silva">Vinícius da Silva</a>)

Tânia sentiu medo.
Olhou em volta à procura de algo pra se defender. A boca-sem-dono parecia chupar a paisagem em volta, como cores seespiralando e descendo num funil.
A boca-sem-dono, percebendo as intenções de Tânia, cacarejou, batendo os dentes num estalido terrível.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tânia Trupolina é como esses doces em compota, vendidos à beira da estrada, que passamos, e ignoramos, como algo apenas necessário na paisagem. Mas às vezes, às vezinhas mesmo, paramos, como se na viagem houvesse algo ainda mais necessário que ela própria, um ar tranquilo e fresco, um cheiro de mato vindo dos barracos e, claro, uma pequena gulodice colhida na ponta dos dedos, o doce da compota lambido com entusiasmo, principiando um novo paladar. Isto é Tânia, seu Subúrbio anterior ao Subúrbio, um passado remoto nunca passado, o Rei-Sol descendo até os telhados e os quintais, o Coqueiro enfogarado cheio de insinuações divinas, a flor-de-maracujá no pixaim da infância, a mulher-menina bisneta dos cajueiros.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>A insólita história do queijo que queria ser goiabada</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/a-insolita-historia-do-queijo-que-queria-ser-goiabada</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 21:15:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Sabor artificial de goiabada.
Colorido e aromatizado artificialmente”.

Mas quem liga para letrinhas miúdas?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A &#8220;Insólita História do Queijo que Queria Ser Goiabada&#8221; é um livro que chega com respostas às indagações de pais e filhos. A transexualidade é uma realidade e apenas mais uma das muitas nuances da natureza humana, e como tal, em algum momento, terá de ser explicada às crianças. Sua narrativa sincera e mágica entrega aos pequenos leitores desde os sentimentos envolvidos nessa condição até as perspectivas e alternativas de vida, de formar uma família genuína e ter uma vida afetiva, dignidade e respeito. Para quem ainda se pergunta “como vou explicar alguém transgênero aos meus filhos?”, esse livro pode ser o primeiro passo da criança para a compreensão da transexualidade, de forma saudável, sem preconceitos  e com o carinho que o assunto exige.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Era o chão</title>
		<link>https://editoraurutau.com/titulo/era-o-chao</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 16:21:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[(ilustrado por Vitor Pedroso)

Era o chão.

Firme, seco e duro.

&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Livro infantojuvenil &#8220;Era o chão&#8221;, selo Tádesol Tádelua.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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